24.7.16

Rio Araguaia

Como chegar - BR-153: reta com subidas e descidas. O asfalto prevalece em trechos gastos e cheios de remendos. Após 40 km da divisa com Tocantins, até Gurupi, a pista fica muito ruim. É perigoso viajar à noite. O roteiro está sujeito a chuvas fortes (nov/mai).


O que curtir - Para pesca, de setembro a outubro (quando o rio está cheio) e de março a abril (quando está baixo). De 15 de novembro a 15 de fevereiro, a pesca é proibida (piracema).

As praias que se formam nos 2 mil km do rio. Em São Felix do Araguaia, a Ilha do Bananal, que abriga as aldeias dos índios carajás, tapirapés e txucarramães.

A pesca só é permitida com molinete, vara ou linha de mão. Nos hotéis e pousadas de pesca as diárias completas incluem barco a motor, piloteiro, gelo e guias. Não esqueça a licença de pesca. Máquina fotográfica para o safári ecológico.

Para comer e também pescar - Conheça os peixes: pirarucu, pintado, filhote, pirarara, barbado, fidalgo, mandubé, matrinxã, piau, piratininga, tucunaré, corvina, curimbatá, pacu, dourado, piracanjuba e mandi.

Conceição do Araguaia

Porto fluvial.
◬165 m. Belém 1 184, Guaraí 139, Araguaína 230, Palmas 313, Marabá 438.
Cidade paraense localizada na região do Baixo Araguaia. O melhor acesso terrestre é via Tocantins, a partir de Guaraí, na Belém-Brasília (BR-153). Os passeios de barco por suas praias e ilhas, formadas durante o período da seca (abr/out), têm a preferência dos turistas.

A exploração da borracha foi sua atividade econômica principal, hoje substituída pela pecuária.
Em Conceição do Araguaia não há estruturas para camping, somente acampamentos semi-selvagens

em praias, como a de Caldeirão, das ilhas do Bode, Cearense e do Pão. Há algumas pousadas, como a Tarumã e Pousada do Sol. Aproveite os passeios de barcos e pescarias diversas.

★★ Rio Araguaia

Com 2 630 km de extensão, o Araguaia sustenta a economia pesqueira e turística de cidades ribeirinhas como Aragarças, Barra dos Garças, Aruanã, Luís Alves (São Miguel do Araguaia), São Felix do Araguaia e Conceição do Araguaia. Na metade do percurso o rio divide-se em 2 braços. O mais largo segue à esquerda, e o da direita recebe o nome de Rio Javaés. Eles se encontram 500 km ao norte formando a Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, com 20 mil km². Seu ciclo permite ser visitado o ano inteiro pelos turistas em busca de lazer próximo à natureza.

Praias

De junho a setembro, quando o volume de água diminui, surgem longas praias e o rio substitui o litoral para a população da Região Centro-Oeste. Em julho as areias fofas e douradas transformam-se num gigantesco balneário com muitos acampamentos e campings, alguns estruturados com água potável, chuveiros, energia elétrica e telefone. 

Nessa época há várias atividades artísticas e esportivas, como canoagem, passeios de ultraleve e aluguel de jet ski. Não se esqueça de levar repelentes (há muitos mosquitos pólvora), primeiros socorros, equipamentos básicos de camping (à noite pode esfriar).

Passeios de barco

Podem ser feitos do nascer ao por-do-sol todos os dias do ano. Os passeios ecológicos de barco começam a ser procurados por causa da rica fauna terrestre às margens do rio e das aves de todos os portes e plumagens, além da pesca embarcada. Contate as pousadas ou hotéis de pesca ou as associações de barqueiros que contam com piloteiros e guias experientes.

Pesca

Famoso pela farta e variada quantidade de peixes, o rio atrai pescadores de todo o Brasil, principalmente no período de setembro (quando o leito começa a subir com as chuvas) a abril (quando começa a baixar). A exceção é na piracema, quando os peixes se reproduzem, de outubro a fevereiro. A pesca é permitida apenas de molinete ou vara, para fisgar pintado, pirarucu, tucunaré, corvina, matrinxã, mandubé, barbado, dourado, mandi, entre outros, até o limite de 30 kg. É proibida a pesca sem licença, obtida em qualquer agência do Banco do Brasil.

Peixes do Rio Araguaia 

 Obs: existe uma infinidade de espécies de peixes no Araguaia, exemplificamos apenas algumas das mais conhecidas e procuradas:


JAÚ - Peixe de couro, de grande porte, pode alcançar mais de 1,5 m de comprimento total e pode chegar facilmente aos 100 quilos. O corpo é grosso e curto; a cabeça grande e achatada. A coloração varia do pardo esverdeado claro a escuro no dorso, mas o ventre é branco. Varas de ação pesada; linhas de 0.50, anzóis encastoados n° 8/0 a 14/0. Deve-se usar chumbo tipo oliva, com peso de 300 a 1. kg, dependendo da profundidade e força da água. Iscas naturais, como pequenos peixes de escama, tuvira, muçum e, também minhocuçu ou miúdos de galinha. Dicas: é capturado nos poços logo abaixo das corredeiras, principalmente à noite. É muito importante que a isca fique no fundo.

CACHORRA - Também conhecido como peixe-cachorro; peixe com escamas diminutas; corpo alto e comprimido. A boca é oblíqua com uma fileira de dentes e um par de presas na mandíbula. As presas são tão grandes que a maxila superior possui dois buracos para acomodá-los quando a boca está fechada, dando-lhe uma aparência agressiva. Coloração prata uniforme com uma mancha preta alongada atrás do opérculo. Surge em grandes cardumes e sua carne não é de boa qualidade. Equipamento empregado é do tipo médio e médio/pesado; linhas de 0.30 e 0.40, anzóis de n° 4/0 a 6/0. É recomendável o uso de empates de aço de pelo menos 20 cm, pois esse peixe possui dentes muito afiados. Iscas: pode ser capturado com peixes inteiros ou em pedaços (lambaris, tuviras, curimbatás etc.) e com iscas artificiais, como plugs de meia água, poppers e hélices. Dicas: costuma saltar fora d'água quando é fisgado, mas tende a se cansar com facilidade. O pescador deve ter cuidado ao soltar esse peixe, por causa dos dentes afiados. Não tem o hábito de procurar enroscos, o que facilita a captura.

ARUANà- Peixe de escama; corpo muito alongado e comprimido; boca enorme; língua óssea e áspera, como a do pirarucu; barbilhões na ponta do queixo; escamas grandes; coloração branca, mas as escamas ficam avermelhadas na época da desova. Alcança cerca de 1m de comprimento total e mais de 2,5 kg. No rio Negro também ocorre uma outra espécie de coloração mais escura. O equipamento tipo médio; linhas 12, 14 e 17, anzóis 1/0 a 3/0. Iscas naturais (peixes, camarão, insetos etc.) quanto artificiais, como plugs de superfície e meia água e colheres. Dicas: é mais fácil capturar o aruanã na beira dos lagos e lagoas, nas proximidades de troncos e plantas aquáticas. O aruanã costuma dar saltos espetaculares quando capturado, e o pescador precisa ter muita atenção ao retirar o anzol do peixe para não se ferir.

CACHARRA - Peixe de couro; corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada. A coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, sendo branca abaixo da linha lateral. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: faixas verticais pretas irregulares, começando na região dorsal e se estendendo até abaixo da linha lateral. Às vezes, apresenta algumas manchas arredondadas ou alongadas no final das faixas. Espécie de grande porte, pode alcançar mais de 1m de comprimento total. Equipamento  médio/pesado, já que é um peixe de grande porte; linhas de 0.30, 0.40, preparadas com empates e anzóis de n° 6/0 a 10/0. Iscas: é capturado principalmente com iscas naturais de peixes, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás e minhocuçu. Também podem ser utilizadas iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo. Dicas: Os cuidados ao manusear esse peixe devem ser redobrados, por causa dos espinhos das nadadeiras peitorais e dorsal.

PACU - Peixe de escamas; corpo romboidal e comprimido. A coloração é uniforme, castanho ou cinza escuro; o ventre é mais claro, amarelado quando o peixe está vivo. Os dentes são molariformes. Alcança cerca de 50cm de comprimento total. A pesca pode ser praticada de duas formas: com vara e carretilha/molinete e pelo sistema de batida. Nesse caso, com uma vara de bambu bate-se a isca, de coquinho ou bola de massa, de forma a reproduzir o som de uma fruta caindo próximo às margens ou às plantas aquáticas. A vara deve ser resistente, com 4 a 5m de comprimento, preparada com linha 0,30 a 0,40, anzol com colo largo e haste curta de n° 3/0 a 4/0 e empate de arame, com aproximadamente 5cm. O uso de chumbo é dispensável. Usando carretilha, a vara deve ser de ação média a média/pesada, para linhas de 0.40, e anzóis de n° 3/0 a 6/0. Para facilitar o arremesso e manter a isca no fundo, recomenda-se o uso de chumbo. Iscas: iscas naturais, como tucum, laranjinha-de-pacu, pedaços de jenipapo, caranguejo, minhocuçu, filé de curimbatá azedo e bolinhas de massa de farinha de mandioca. Dicas: Normalmente a pesca é embarcada, porque é necessário chegar aos lugares onde o peixe vive. O silêncio é importantíssimo nesse tipo de pescaria. Recomenda-se amarrar o barco nas galhadas e o pescador precisa ser bastante paciente e esperar o peixe acomodar a isca na boca, caso contrário errará a fisgada, deixando-o escapar.

PINTADO - Peixe de couro, corpo alongado e roliço; cabeça grande e achatada. A coloração é cinza escuro no dorso, clareando em direção ao ventre, e esbranquiçada abaixo da linha lateral. Pode ser separada das outras espécies do gênero pelo padrão de manchas: pequenas, pretas e arredondadas ou ovaladas, espalhadas ao longo do corpo, acima e abaixo da linha lateral. Espécie de grande porte, pode alcançar mais de 1m de comprimento total. Equipamento do tipo médio/pesado, já que é um peixe de grande porte; linhas de 0.40 a 0.50, preparadas com empates, anzóis de n° 6/0 e 10/0. Iscas: é capturado principalmente com iscas naturais de peixes, como sarapós, muçum, tuviras, lambaris, piaus, curimbatás, e minhocuçu. Também pode ser capturado com iscas artificiais, como plugs de meia água e de fundo, principalmente em lagos, lagoas e nas praias, mas, nesse caso, as iscas devem ser trabalhadas bem próximas ao fundo. Dicas: cuidado ao manusear esse peixe devem ser redobrados por causa dos espinhos das nadadeiras dorsal e peitorais.

PIRACANJUBA - Peixe de escamas, corpo fusiforme de coloração prateada com reflexos esverdeados e nadadeiras vermelhas. Pode alcançar 1m de comprimento total e 5kg. Equipamento mais adequado é do tipo leve/médio. As linhas podem variar de 0.10 a 0.30, anzóis n° 1/0 a 3/0. Para maior eficiência das fisgadas, as varas devem ser de ação rápida e recomenda-se o uso de chumbo de correr do tipo oliva. Iscas: as mais indicadas são naturais, como pequenos peixes inteiros ou em pedaços. Frutos, bolinhas de massa e grãos de milho também são muito apreciados. Dicas: tenha sempre à disposição bastante linha, pois quando se sente fisgada, sai em desabalada carreira e tem bastante fôlego, levando vários metros de linha antes de se entregar.

PIRAÍBA - Peixe de couro, grande porte, cabeça grande e olhos pequenos. A coloração é cinza escuro. Pode pesar 300kg e medir cerca de 2m de comprimento total, mas atualmente os exemplares capturados pesam abaixo de 10kg. Indivíduos pesando até 60kg são conhecidos como filhote. O equipamento empregado é do tipo ultrapesado, por causa do tamanho desse peixe. Um indivíduo de porte médio (cerca de 100 a 150kg) pode levar várias horas brigando até se cansar. Iscas: Iscas de peixes, pesando de 1 a 6kg, como, por exemplo, matrinxã, cachorra ou piranha. Dicas: durante várias épocas do ano, é possível observar as piraíbas no canal dos rios, bem na superfície da água, mas não são capturadas. Na Amazônia, os caboclos costumam pescar esse peixe na confluência dos rios. Amarram na canoa uma corda bem forte e anzol grande, iscado com um peixe de médio porte e ficam aguardando a chegada do peixe, que, quando fisgado, pode rebocar a canoa por vários quilômetros. Dependendo da força e tamanho do peixe é necessário cortar a corda para a canoa não virar.

TUCUNARÉ - outros nomes: tucunaré-açu; tucunaré-paca, tucunaré-pinima; tucunaré-pitanga; tucunaré-vermelho. Peixe de escamas; corpo alongado e um pouco comprimido. Existem pelo menos 14 espécies de tucunarés na Amazônia. O tamanho (exemplares adultos podem medir 30cm ou mais de 1m de comprimento total), o colorido (pode ser amarelado, esverdeado, avermelhado, azulado, quase preto etc.), e a forma e número de manchas (podem ser grandes, pretas e verticais; ou pintas brancas distribuídas regularmente pelo corpo e nadadeiras etc) variam bastante de espécie para espécie. Todos os tucunarés apresentam uma mancha redonda (ocelo) no pedúnculo caudal. Varas de ação média a média/pesada, com linhas de 0.30 a 0.40, anzóis de n° 2/0 a 4/0, sem o uso de empates. O uso de arranque com linha grossa é recomendado para evitar a perda do peixe nas galhadas. Iscas: naturais (peixes e camarões) e artificiais. Praticamente todos os tipos de iscas artificiais podem atrair tucunarés, mas a pesca com plug de superfície é a mais emocionante. Os tucunarés "explodem" na superfície da água para capturar os peixinhos. Dicas: na pesca com isca artificial deve-se procurar manter a isca em movimento, porque o tucunaré pode pegar a isca 4 a 5 vezes antes de ser fisgado.

PIRARARA - Peixe de couro, de grande porte. É caracterizado pela cabeça enorme, fortemente ossificada, com uma placa óssea localizada antes da nadadeira dorsal. É um dos peixes de couro mais coloridos da Amazônia. Sua coloração é muito bonita (peixe-arara para os índios), o dorso castanho esverdeado, os flancos amarelados e o ventre esbranquiçado. As nadadeiras dorsal e caudal são alaranjadas a vermelhas. Pode chegar a mais de 1.50m de comprimento total e mais de 50 kg. Tem a péssima reputação de atacar seres humanos, principalmente crianças. Equipamento do tipo pesado com linhas de 0.40 a 0.50, anzóis mais utilizados são os de n° 8/0 a 14/0, por causa da grande boca da pirarara. Iscas:  é capturada exclusivamente com iscas naturais, peixes inteiros ou em filés, por exemplo, de traíra ou piranha-caju. Dicas: pode ser capturada na calha e na confluência dos rios, especialmente na época de seca. Prefira as áreas que não tenham muito enrosco para não correr o risco de perder o peixe.

Camping Rancho Recanto Sonhado -  às margens do Lago do Brito, próximo a Luiz Alves, no Araguaia: área para barracas, banheiros, duchas quentes e naturais, pias e iluminação noturna.

★★★ Parque Nacional do Araguaia

Com área de 562.312 ha, fica na confluência dos rios Araguaia e Javaés, formado por áreas inundáveis que fazem a ligação de seus rios e córregos. Nas matas a predominância é de campos de várzea, cerrado e grandes florestas ao norte. Há grande variedade de animais como onças-pintadas, ariranhas, botos, lontras e aves como tucanos, garças e uirapurus.

Ilha do Bananal

Mais atraente que o próprio parque, seu nome deriva dos grandes bananais nativos, beneficiados pelo clima quente e úmido. Tem alguns rios com mais de 300 km de extensão e a Lagoa Grande, de sugestivo nome. Não visite as aldeias indígenas sem a autorização da Funai, fornecida em Gurupi ou em São Félix do Araguaia. A mais procurada é a Aldeia Santa Isabel, da tribo carajás, a 10' de lancha de São Félix do Araguaia, onde os índios apresentam a dança aruanã e cobram taxas dos turistas.
Acessos: ao parque; de Santa Terezinha, a cerca de 300 km de Santana de Araguaia, que pode ser alcançada por estrada de terra precária ou por táxi aéreo de Palmas. Daí, de barco até a sede do parque.
À ilha; pela BR-153 (Belém-Brasília) via Cariri do Tocantins até São João do Javaés; ao cruzar o Rio Javaés (braço estreito do Rio Araguaia) os índios javaés da aldeia Tuiri cobram pedágio por veículo para atravessar os 95 km de trilha (trafegáveis de jul a set) até a aldeia Santa Isabel, na margem direita do Rio Araguaia. Para transpor o rio e chegar a São Félix do Araguaia, os índios carajás cobram a travessia de balsa (30').
O parque não está estruturado para receber turistas, mas dispõe de sede com alojamento (para pequenos grupos, com reserva antecipada). Vacine-se contra a febre amarela e leve repelente (há muitos mosquitos-pólvora).

Aruanã

Beira-rio.
◬250 m. Goiânia 108, Goiás 180, Cuiabá 869, Barreiras 1 246.
De junho a setembro, quando o leito do Rio Araguaia está mais baixo e as praias aparecem, são montados vários acampamentos. 

O terceiro maior pólo turístico do Estado vive em função do Rio Araguaia, recebendo turistas quase o ano inteiro. Em julho o número de turistas chega a 80 mil.

Nos períodos de setembro a outubro (quando o rio está enchendo) e de março a abril (quando está baixando), a cidade é invadida por pescadores atrás de pintados, mandubés, barbados, dourados, corvinas e mandis.

Camping CCB Aruanã (Sesi) - margens do Rio Araguaia: área arborizada, barracas, 2 motorhomes, 48 pontos energia, ecoturismo próximo às unidades de conservação às margens do rio, Parque Nacional das Emas, e o Parque Nacional do Araguaia, na Ilha do Bananal.


HOTÉIS DE PESCA

Acampamento do Sol - armado em julho numa praia do Rio Araguaia, a 20' de barco de Aruanã. O "rancho" tem um conjunto de banheiros com chuveiro frio e bar.
Lago das Cangas (beira-rio) - Estr. para Peixe, 60 km ou 1h 30 de barco de Aruanã: 21 apt. Ventilador, bar, ancoradouro, pista de pouso.
Associação de Barqueiros de Aruanã (ABA) - Pça. Couto Magalhães: aluguel de barcos para pesca com piloteiros.
Pousada Recanto do Sossego (beira-rio) - Av. Porto da Suiá (Lago dos Ingleses), 2 km ou 5' de barco: 6 chalés, cozinha, ventilador teto, bar, barcos.
Pousada Kuryala (beira-rio) - saída para Sto. Antônio, 20 km (acesso por terra de jun/nov) ou 30' de barco: 10 apt. Ventilador, bar, 15 barcos.
Barco-Hotel Recanto do Sossego (Pousada Recanto do Sossego) - 5 apt. (até 10 pessoas). Ar, chuveiro elétrico.
Barco-Hotel Piratininga (Pousada Kuryala) - 1 apt. 3 cabines (até 8 pessoas).

PASSEIOS

O roteiro percorre o Rio Araguaia acima, passando pelas praias do Cavalo e da Espiratinga e a Foz do Rio Vermelho, e o rio abaixo, passando pela Ilha Redonda e o Acampamento do Sol. As praias do Araguaia tornam-se mais atraentes de jun/set, quando o leito do rio está mais baixo e surgem trechos de areia fofa e dourada. Acampamentos com melhores estruturas, como banheiros e telefones ocupam as principais praias. Em julho na Praia do Centro há competição de canoagem, passeio de ultraleve e aluguel de jet sky.

Barra do Garças

◬318 m. Cuiabá 500, Jataí 300, Goiânia 402, Campo Grande 1 226, Alta Floresta 1 315.
Localizada às margens do Rio Araguaia, é o paraíso dos pescadores. As praias fluviais formadas pelo Araguaia e Garças ficam lotadas em junho e julho, quando o volume de água diminui, aparecem pequenas lagoas, nas quais os peixes são presas fáceis para anzóis e tarrafas.

Com autorização pode-se apanhar pacus, pirarucus, tucunarés e piranhas, até o limite de 30 kg. A economia da cidade está ligada à agropecuária, a frigoríficos e a curtumes.


Araguaia Camping -  entre Barra do Garças-MT e Aragarças-GO. No encontro dos rios Garças e Aragarças, fazendo divisa entre dos estados: espaço motorhomes, barracas, trailers, luz, internet, banheiros masculinos/ femininos, eco-turismo.



Atenção: O blog Camping Natural não se responsabiliza por alterações realizadas pelos estabelecimentos (infra-estrutura, roteiro, etc.) após o fechamento desta postagem.


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